Super User

Super User

O diretor-geral da Aneel (Agência Nacional de Regulação), André Pepitone da Nóbrega, vem a Campo Grande em 14 de março, para discutir as contas abusivas de energia elétrica, registradas no começo deste ano. A data foi confirmada pela assessoria do presidente da Assembleia Legislativa de MS, deputado Paulo Corrêa (PSDB), nesta terça-feira (dia 19).

Deputados estaduais e o Procon haviam pedido oficialmente o envio de algum representante da Aneel para analisar e explicar os motivos dos aumentos – em todo Estado, foram ao menos 3 mil reclamações. Agora, a confirmação é de que o próprio presidente virá.

O evento será na Escola de Construção do Senai, em Campo Grande. Devem participar representantes da Fiems (Federação das Indústrias), Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária) e da Energisa.

No dia 12 do próximo mês, a Assembleia Legislativa de MS vai promover uma audiência pública para ouvir a população sobre os aumentos. As reclamações começaram em janeiro, quando houve relatos de contas com praticamente o dobro do que costumava vir em meses anteriores.

A concessionária afirma, desde então, que a elevação se deu em virtude do aumento da temperatura registrada no começo deste ano. Os parlamentares e o Procon não se convenceram da explicação e, por isso, solicitaram apoio da Aneel. O assunto também será discutido em uma audiência pública, prevista para 14 horas.

Governo exonera ministro Gustavo Bebianno

Published in Notícias Terça, 19 Fevereiro 2019 08:51 0 comment

O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, anunciou nesta segunda-feira (18) que o presidente Jair Bolsonaro decidiu demitir o ministro da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno (PSL).

Otávio Rêgo Barros leu uma nota da Presidência, na qual Bolsonaro agradeceu a "dedicação" de Bebianno durante a permanência no cargo de ministro. O presidente ainda desejou "sucesso" ao agora ex-ministro.

Primeiro ministro a deixar o governo, Bebianno despachava do Palácio do Planalto e foi um dos coordenadores da campanha presidencial de Jair Bolsonaro no ano passado.

A demissão do ministro é confirmada em meio a uma crise no governo gerada pela suspeita de que o PSL, partido ao qual Bolsonaro e Bebianno são filiados, usou candidatura "laranja" nas eleições do ano passado.

A crise também envolve Gustavo Bebianno e o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PSC), um dos filhos do presidente da República – leia detalhes mais abaixo.

Há pouco mais de uma semana, o jornal "Folha de S.Paulo" informou que o PSL, quando Bebianno presidia o partido, repassou R$ 400 mil a uma candidata a deputada federal de Pernambuco. Segundo o jornal, o repasse foi feito quatro dias antes das eleições, e ela recebeu 274 votos.

Bebianno nega irregularidades, afirmando que não foi o responsável por escolher as candidatas que receberam dinheiro do partido. Isso porque, segundo ele, a decisão coube aos diretórios locais.

De acordo com o ministro da Justiça, Sérgio Moro, a Polícia Federal investigará as suspeitas envolvendo o repasse do PSL.

Crise com filho de Bolsonaro

No último dia 12, após a reportagem da "Folha", Bebianno negou em entrevista ao jornal "O Globo" que fosse o pivô de uma crise dentro do governo e acrescentou que, somente naquele dia, havia falado com o presidente por três vezes. Na ocasião, Bolsonaro ainda estava internado em razão de uma cirurgia.

Após a publicação da entrevista, um dos filhos de Bolsonaro, Carlos, usou uma rede social para dizer que Bebianno mentiu ao dizer que havia falado com o presidente.

Carlos, e depois o próprio Bolsonaro, chegaram a divulgar um áudio no qual, segundo eles, o presidente diz a Bebianno que não podia falar com o então ministro.

Bebianno era considerado um dos homens de confiança de Bolsonaro. Ele foi um dos coordenadores da campanha eleitoral do presidente, costurou o acordo que levou Bolsonaro ao PSL e presidiu a legenda durante a corrida eleitoral de 2018.

Após a eleição, Bebianno deixou o posto e foi escolhido para assumir a Secretaria-Geral da Presidência, um dos ministérios com gabinete no Palácio do Planalto.

Espaço e influência

Bebianno e Carlos mantiveram relação conturbada desde a vitória eleitoral de Bolsonaro, em busca de espaço e influência dentro do governo. O filho do presidente costumava criticar o aliado do pai nas redes sociais.

Na composição dos ministérios, Bebianno perdeu força, já que a Secretaria-Geral foi esvaziada por Bolsonaro.

A pasta perdeu o controle da Secretaria de Comunicação da Presidência e do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), que lida com concessões e privatizações. As duas áreas foram absorvidas pela Secretaria de Governo, comandada por Carlos Alberto dos Santos Cruz, general da reserva do Exército.

A operação Fantoche, que investiga corrupção envolvendo o Ministério do Turismo e o Sistema S, cumpre dois mandados de busca e apreensão em Campo Grande. Um dos alvos é a Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), no bairro Amambaí, onde há equipe da PF (Polícia Federal).

São dos “S” ligados à Fiems: Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial ) e Sesi (Serviço Social da Indústria). A reportagem entrou em contato com o presidente da federação, Sergio Longen, que pediu para retornar a chamada e logo desligou.

A ação é coordenada pela Polícia Federal de Pernambuco, com colaboração do TCU (Tribunal de Contas da União), e investiga organização criminosa que cometeu crime contra a administração pública, fraudes licitatórias, associação criminosa e lavagem de ativos.

O cálculo é que o grupo já tenha recebido mais de R$ 400 milhões decorrentes de contratos. Ao todo, são cumprindo 40 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão temporária. As prisões são em Pernambuco, Nova Lima (Minas Gerais), Maceió (Alagoas) e Campina Grande (Paraíba). A operação também acontece em São Paulo, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul.

Conforme o G1 de Pernambuco, foi preso o presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Robson Braga de Andrade.

O esquema – A engrenagem do esquema de corrupção está ativa desde 2002 e, conforme a investigação, tem empresas ligadas a um mesmo núcleo familiar, no setor de publicidade.

O modelo de ação consiste na utilização de entidades de direito privado sem fins lucrativos para justificar celebração de contratos e convênios diretos com o ministério e unidades do Sistema S

Os contratos, em sua maioria, são voltados à execução de eventos culturais e de publicidade superfaturados e/ou com inexecução parcial. Posteriormente, os recursos são desviados em favor do núcleo empresarial por intermédio de empresas de fachada.

As medidas foram determinadas pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Pernambuco, que ainda autorizou o sequestro e bloqueio de bens e valores dos investigados.

Internado há 27 dias no Hospital Regional de Campo Grande, por complicações do diabetes, o sanfoneiro autodidata Dino Rocha morreu na noite desse domingo (17). A família não dava muitos detalhes sobre o estado de saúde do músico e disse ao Campo Grande News há dias atrás que depois que o artista deixasse o hospital ele daria uma coletiva de imprensa.

De acordo com a ex-mulher Ruth Haruko Ishikawa, além do diabetes, Dino tinha problemas respiratórios e pressão alta. O acordeonista estava na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) e morreu às 19h de ontem.

Chorando muito ao telefone, Ruth disse apenas que o ex-marido partiu na hora dele. "Não sabemos a vontade de Deus, qual será o momento, a hora. Ele era muito querido, um grande músico, tinha um talento incrível".

A ex-mulher também fez breve relato sobre os últimos dias do músico. "Apareceu uma infecção no braço, estava inchado e vermelho, achamos que era uma picada de inseto e o levamos para o posto de saúde. Ele fez exames e ficou lá".

No dia seguinte, com os resultados dos testes, os médicos da unidade de saúde decidiram que ela precisava de vaga em hospital. Três dias depois, no dia 25 de janeiro, Dino teve uma parada cardiorrespiratória e foi levado para a ala vermelha do Hospital Regional, onde teve outra parada cardíaca.

Desde o dia 26, o artista estava entubado na UTI do hospital. A causa exata da morte ainda não foi esclarecida.

O velório começa ao meio-dia no cemitério Memorial Park, no bairro Universitário, e será aberto ao público. O sepultamento está marcado para às 9h desta terça-feira (19), no mesmo local.

Amigos - Pelas redes sociais, os compositores João Fígar e Guilherme Rondon fizeram homenagens. “Adeus querido amigo Dino Rocha. Voa como a gaivota pantaneira”, postou Fígar.

Rondon publicou: “Estou de luto, o Chalana de Prata está de luto, o chamamé está de luto, as sanfonas estão de luto, a nossa música está de luto, nosso Estado está de luto”.


O compositor chamou Dino de “gênio da música”. “Tenho maior orgulho de dizer que estivemos juntos nos palcos da vida nestes últimos 30 anos. Todas as honras serão poucas”.

Guilherme Rondon ainda prestou condolências à família. Dino deixa três filhos, dois netos e a ex-mulher, Ruth, que ficaram responsáveis pelos cuidados nos últimos dias do acordeonista, que chegou a ser aclamado como o maior do Brasil.

História - Dino Rocha nasceu no dia 23 de maio de 1951 em Juti (a 310 quilômetros de Campo Grande) e viveu a infância afastada da música, sem nunca ter tido aulas para aprender a instrumentos. Filho de mãe alemã e pai filho de gaúcho com argentina, Dino aprendeu as composições que ouvia em casa de ouvido e, além de instrumentista, era compositor era cantor.

A carreira começou cedo, quando aos 9 anos decidiu aprender a tocar acordeom. Aos 16 anos apresentou-se com seu primeiro grupo, “Los 5 Nativos”, de Ponta Porã. Em 1972, mudou-se para Campo Grande. Dois anos depois, gravou pela primeira vez no LP “Voltei amor”, da dupla Amambai e Amambaí. Quando chegou a Campo Grande, ainda usava o nome que consta na certidão de nascimento: Roaldo. O nome artístico foi dado pelo poeta Zacarias Mourão.


De acordo com a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, como compositor são mais de 50, entre as quais, “Gaivota pantaneira”, parceria com Mourão. Em 1991, recebeu o prêmio “Jacaré de Prata” como melhor instrumentista do Brasil. Atuou em três capítulos da novela “Pantanal”, da Rede Manchete ao lado de Almir Sater e Sérgio Reis, sucesso do começo dos anos de 1990, na extinta TV Manchete.

Dino viajou o País inteiro. Em 2000, foi convidado para participar do projeto “Balaio Brasil”, no Sesc de São Paulo apresentando-se ao lado de Dominguinhos, Caçulinha, Sivuca, Hermeto Pascoal e Toninho Ferragut. Também participou do projeto “Sanfona brasileira” pelo Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro, em São Paulo e Brasília. Apresentou-se no Sesc São Paulo em 2002 no projeto “Brasil da Sanfona”, quando representou a região Centro-Oeste.

O conjunto de obras de Dino Rocha é formado por mais de 30 discos (entre vinil e CDs). Ele também participou, como convidado, de vários trabalhos com outros artistas.

Em entrevista ao Lado B, em 2016, Dino contou que, mais novo de todos os dez irmãos, só descobriu o desejo de tocar sanfona no dia que um dos irmãos faleceu. Um acidente no quartel de Ponta Porã levou precocemente o sanfoneiro da família. O jeito foi homenagear quem partiu.

Nos últimos anos, fez parte da Chalana de Prata, na companhia de Paulo Simões, Guilherme Rondon e Celito Espíndola tocando grandes canções da história de Mato Grosso do Sul. Participou do FIB (Festival de Inverno de Bonito) em 2017 e de shows na Concha Acústica Helena Meireles, no Parque das Nações Indígenas.

 

*fonte: Campo Grande News

O WhatsApp está em fase de testes de uma novidade que promete diminuir ainda mais, situações inconvenientes no aplicativo. Segundo o sete WABetaInfo, a empresa está desenvolvendo um recurso que vai permitir ao usuário bloquear convites para participar de grupos no aplicativo.

Na última semana outra novidade que agradou muita gente foi a possibilidade de bloquear o acesso ao aplicativo pela biometria e reconhecimento facial.

Ainda não há previsão de quando a nova função será liberada, mas as especulações são de que isso acontecerá em breve. Com a atualização, cada usuário vai poder decidir se quer ou não ser adicionado nas conversas em grupo.

Apesar de ainda não ter um prazo de lançamento definido o funcionamento da novidade já foi divulgado. O usuário terá de acessar as “Configurações” do Whats; em seguida clicar em “Conta”, “Privacidade” e “Grupos”.

Depois, abrirá uma página em que será possível definir “Quem pode me adicionar a grupos”. As opções são: “Todos” – o usuário pode ser sempre adicionado em grupos e nenhum convite será recebido.

“Meus Contatos” – o usuário sempre pode ser adicionado em grupos de seus contatos e recebe um convite para participar, caso a pessoa não esteja em sua lista de contatos.

“Ninguém” – o usuário não pode ser adicionado diretamente em grupos, em qualquer situação, e recebe uma solicitação toda vez que alguém quiser adicioná-lo em um grupo, conforme o blog do Hugo Gloss, no portal Uol.

Ainda segundo o WABetaInfo, os convites terão a duração de 72 horas para cada um decidir se quer ou não participar de determinado grupo.