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Cota zero começa a valer em 2020 nos rios de Mato Grosso do Sul

Written by Sexta, 22 Fevereiro 2019 08:34 Published in Notícias

A partir de 2020 a pesca amadora, exercida como atividade de lazer ou de turismo, será realizada exclusivamente no sistema “pesque e solte”. A mudança está prevista no Decreto n° 15.166 publicado hoje no Diário Oficial do Estado (DOE), que regulamenta o exercício da atividade pesqueira em Mato Grosso do Sul.

O popular Decreto da “cota zero”, polêmico entre pescadores e empresários da área do turismo, prevê também que todos que tem interesse na atividade de pesca devem se cadastrar no Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul). A exigência também é válida para turistas, pescadores profissionais, e para quem pratica a pesca comercial e até científica. 

Alvo de diversos protestos no Estado, desde que foi anunciado em janeiro pelo governador Reinaldo Azambuja, mesmo antes da publicação as mudanças já causaram bloqueio do Rio Paraguai - por pescadores do país vizinho -, e também reuniões e audiências públicas.

O texto do decreto prevê que a pesca de subsistência poderá ser feita mesmo o no período de defeso, quando todas as demais atividades deverão ser paralisadas temporariamente, como já ocorre atualmente entre 5 de novembro e 28 de fevereiro. 

O limite de captura e de transporte de pescado por pescador profissional deverá obedecer a cota mensal de 400 quilos, respeitados os tamanhos mínimos e máximos para as espécies. 

Para a temporada de pesca deste ano, que será permitida a partir de março, cada pescador poderá capturar 5 quilos e mais um exemplar de qualquer espécie, além de cinco exemplares de piranha. A quantidade reduziu em relação ao que já era permitido - 10 quilos e mais um exemplar.

No próximo ano, por conta da implantação da “cota zero”, será permitido apenas o consumo do pescado no local da captura. O texto proíbe a estocagem, ou seja, quem pescar nos rios do Estado não poderá mais levar os peixes como ocorre atualmente. 

Vinte e uma espécies diversas, entre elas jaú, pintado, pacu, corvina e piau, foram listados com tamanhos mínimos para captura no sistema pesque e solte. 

O decreto também proíbe a atividade pesqueira em cachoeiras, nascentes e outros locais, além de prevê regulamentação de apetrechos permitidos. Os itens com uso proibido são: aparelhos fixos, sonoro, luminoso, elétrico, arpão, flecha, tarrafa, entre outros, ressalvando tarrafa e isca do pescador profissional.

Entre as infrações administrativas o pescador que for punido por pesca irregular, terá a autorização para a atividade suspensa ou até cancelada.

O decreto, assinado por Azambuja e também pelo secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar Jaime Elias Verruck, ainda prevê edição de normas complementares para execução do que é previsto.

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O MPT (Ministério Público do Trabalho) instaurou procedimento administrativo para investigar supostas irregularidades na demissão coletiva de funcionários da Indústria Fertilizantes Heringer em Dourados, a 233 km de Campo Grande. A medida foi tomada após denúncia formulada pelos sindicatos que representam os trabalhadores.

No dia 31 de janeiro, a Heringer fechou a unidade localizada na margem da BR-163, na saída para Caarapó, e demitiu todos os funcionários. Na semana passada, alguns deles, sem receber os salários, chegaram a bloquear a entrada da fábrica para impedir a entrada de um caminhão com matéria-prima.

De acordo com a assessoria do MPT, nesta quinta-feira (21) às 14h, Donizetti Aparecido Martins, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Açúcar e do Álcool de Dourados e Ponta Porã, e Arnaldo Antunes da Silva, da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Centro-Oeste, participam de reunião com representantes da indústria.

No encontro, na sede da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo, na capital paulista, os sindicalistas vão discutir a crise com representantes da Heringer e tentar a reversão das demissões em massa.

Com a desativação da fábrica de fertilizantes em Dourado, 52 dos 62 empregados da indústria foram demitidos. Permanecem na empresa apenas dois funcionários do setor de recursos humanos e oito estão afastados para tratamento de saúde e licença-maternidade.

“A Henriger em nenhum momento negociou ou ao menos informou sobre a intenção e decisão administrativa de interromper a produção em Dourados”, afirma trecho do documento protocolado pelo sindicato no MPT.

As entidades estão oferecendo apoio aos trabalhadores para saque dos valores depositados nas contas vinculadas ao FGTS e acesso ao seguro desemprego. Também ofereceram suporte jurídico para eventual reclamação individual.

No campo coletivo, a federação e outras bases sindicais avaliam possível intervenção no processo de recuperação judicial da Heringer, para garantir habilitação dos créditos trabalhistas e preservar o interesse dos trabalhadores no plano de pagamento.


Crise - Uma das cinco maiores do setor de fertilizantes do país e com dívidas de quase R$ 3 bilhões até o final do terceiro trimestre de 2018, a Heringer teve o pedido de recuperação judicial deferido neste mês pela comarca de Paulínia (SP).

Como parte do plano de reestruturação para lidar com as dívidas, a empresa suspendeu as produções nas unidades de Rondonópolis (MT), Três Corações e Uberaba (MG), Rio Verde (GO), Porto Alegre e Rio Grande (RS), Paranaguá (PR) e Rosário do Catete (SE).

Fundada há 50 anos, a Heringer detém 15% do mercado brasileiro de fertilizantes. Fica atrás apenas da norueguesa Yara, da brasileira Fertipar e da americana Mosaic.

A empresa possui 927 funcionários diretos e 700 cadastrados e tem capacidade para movimentar 6,2 milhões de toneladas de fertilizantes por ano, utilizados em lavouras de soja, milho, algodão, café e cana-de-açúcar.

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TRE-MS abre processo seletivo para estágio em nível médio e superior

Written by Quinta, 21 Fevereiro 2019 08:30 Published in Notícias

O TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) abrirá, na próxima segunda-feira (25), dois processos seletivos para contração de estagiários de níveis médio e superior. Serão oferecidas 79 vagas.

Conforme o edital, para nível médio serão oferecidas nas cidades de Campo Grande (24); Ponta Porã (2); Corumbá (2), Dourados (2); Três Lagoas (2) e mais uma vaga para um dos demais municípios que possuem zona eleitoral.

O estágio terá carga horária de 4 horas diárias no período vespertino, de segunda a sexta-feira. Será oferecida ao estagiário uma bolsa auxílio de R$ 465,39 e auxílio-transporte.

Para nível superior estão sendo ofertadas 12 vagas em Campo Grande. Elas estão distribuídas entre os cursos de Direito, Ciências Contábeis, Engenharia Ambiental e Engenharia Civil e cadastro reserva para cursos de Administração, Ciências Econômicas e Comunicação Social (Jornalismo, Propaganda e Publicidade) e Informática. Também estão respeitadas as reservas de vagas para indígenas, afro-brasileiros e pessoas com deficiências, para os cursos de Direito e Informática.

Os aprovados para estágio em nível superior cumprirão carga horária de 5 horas diárias, totalizando 25 horas semanais. A remuneração será de R$ 850,00 e auxílio-transporte.

As inscrições deverão ser feitas por meio do site do TRE, entre 25 de fevereiro e 08 de março de 2019. Na Capital, ela só será concluída com a entrega obrigatória de 2kg de alimento não perecível na sede do Tribunal, localizada na Rua Desembargador Leão Neto do Carmo, 23 - Parque dos Poderes.

Mais informações sobre o processo seletivo por meio dos editais.(Nível médio) e (Nível superior).

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Vestido com camiseta de turista e em meio a um grupo animado com a viagem prestes a começar, o deputado estadual Onevan de Matos (PSDB) embarcou hoje, por volta das 15h, para excursão à Terra Santa, com direito a peregrinação por Jerusalém, Mar Morto e Nazaré. O passeio deve durar 9 dias, o que significa ausência na Assembleia Legislativa nas próximas 4 sessões plenárias.

Na tarde desta quarta-feira (20), ele saiu do Aeroporto Internacional de Campo Grande com grupo de 52 fiéis da Paróquia São José, rumo a Israel, ao lado, inclusive, do padre Antônio Ribeiro Leandro. A viagem foi organizada por uma empresa especializada em peregrinações religiosas e não tem relação com o trabalho parlamentar, embora ocorra em meio ao expediente regular.

A Assembleia terá sessão amanhã, na terça, quarta e quinta-feira da próxima semana. Depois chega o Carnaval, com mais feriadão na agenda de Onevan.

Contatado por telefone o deputado disse que não estava conseguindo etender as perguntas e em seguida desligou o celular. A assessoria do deputado estadual informou não ter informação sobre qualquer viagem de Onevan, ao exterior ou mesmo para fora de Mato Grosso do Sul. Na manhã desta quarta, o deputado trabalhou normalmente na Assembleia, inclusive, exibindo fotos de reuniões com lideranças do interior em seu gabinete.

Procurada, a assessoria do Legislativo não confirmou se Onevan apresentou pedido de afastamento à Mesa Diretora ou se terá desconto dos dias ausentes no salário de quase R$ 30 mil.

Onevan é um dos deputados mais longevos da Assembleia Legislativa. Natural de Frutal (MG), foi vereador de Jales (SP) por dois mandatos. Em Mato Grosso do Sul desde 1975, elegeu-se deputado estadual constituinte três anos depois, reelegendo-se em 1983 e 1987 –no ano seguinte, elegeu-se prefeito de Naviraí e renunciou ao cargo parlamentar.

Voltou à Assembleia em 1998 pela quarta vez e, desde então, renovou seus mandatos. Em 2018, com 30,1 mil votos, foi o quinto deputado estadual mais votado.

 

*fonte: https://www.campograndenews.com.br/politica/deputado-troca-sessao-na-assembleia-legislativa-por-tour-de-9-dias-em-israel

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A juíza Kelly Gaspar Duarte Neves, da 2ª Vara de Aparecida do Taboado, deferiu o pedido de tutela antecipada de urgência, de autoria do MP-MS (Ministério Público Estadual), que obriga a empresa Sanesul a substituir, no prazo de 180 dias, tubulação construída com cimento amianto, material que é cancerígeno.

O pedido foi impetrado no último dia 11, após inquérito civil instaurado pelo promotor de justiça Oscar de Almeida Bessa Filho, a fim de apurar a existência de tubulações de asbesto/amianto na rede de abastecimento e distribuição de água do município. Nos autos no inquérito, a Sanesul confirma que 5.064 metros da rede, cerca de 3% do total, utiliza cimento amianto em Aparecida do Taboado.

Diante da confirmação, o MP-MS reuniu-se com a empresa para fixar prazo de substituição. Porém, na ocasião, a Sanesul teria informado “inexistência de qualquer relação entre câncer e ingestão de água tratada que trafega em tubulação de cimento amianto”, conforme narrou o MP-MS.

Vale lembrar, no entanto, que além de ferir a Lei Federal n.º 9.055/95, que proíbe a utilização da substância em redes de fornecimento de água, o convênio firmado entre o município e a empresa firmou Termo de Acordo para substituir os trechos da rede que utilizam cimento amianto.

A partir disso, o MP-MS recomendou ao município de Aparecida do Taboado prazo de 60 dias para que adotar providências extrajudiciais ou judiciais, a fim de responsabilizar a Sanesul. Desde então, transcorreram quase 18 meses da fixação do prazo e a substituição não foi executada.

Decisão
Ao deferir o pedido de tutela antecipada de urgência, a juíza Kelly Gaspar Duarte Neves também destacou que a não utilização de amianto é pacificada, principalmente após decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), no tocante a julgamento da ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) 3937, que proíbe o uso de qualquer variedade da substância.

Na decisão, a juíza também destaca que é de conhecimento notório que o amianto é considerado cancerígeno, a ponto da substância ser banida em mais de 60 países.

“Atualmente, o que se observa é um consenso em torno da natureza altamente cancerígena do mineral e da inviabilidade de seu uso de forma efetivamente segura, sendo esse o entendimento oficial dos órgãos nacionais e internacionais”, aponta a magistrada.

O prazo para remoção das tubulações de cimento amianto é de 180 dias, sob pena diária de multa de R$ 50 mil por dia de atraso. A decisão também obriga a Sanesul a fazer o descarte correto e a abster-se de utilizar o material no município.

À Sanesul, ainda cabe prazo de 15 dias para contestar a decisão, contados a partir da carta precatória nos autos, que data desta quarta-feira (20). Caso a empresa não se manifeste dentro do prazo, “presumir-se-ão aceitos como verdadeiros os fatos articulados pelo Autor na petição inicial”.

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O diretor-geral da Aneel (Agência Nacional de Regulação), André Pepitone da Nóbrega, vem a Campo Grande em 14 de março, para discutir as contas abusivas de energia elétrica, registradas no começo deste ano. A data foi confirmada pela assessoria do presidente da Assembleia Legislativa de MS, deputado Paulo Corrêa (PSDB), nesta terça-feira (dia 19).

Deputados estaduais e o Procon haviam pedido oficialmente o envio de algum representante da Aneel para analisar e explicar os motivos dos aumentos – em todo Estado, foram ao menos 3 mil reclamações. Agora, a confirmação é de que o próprio presidente virá.

O evento será na Escola de Construção do Senai, em Campo Grande. Devem participar representantes da Fiems (Federação das Indústrias), Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária) e da Energisa.

No dia 12 do próximo mês, a Assembleia Legislativa de MS vai promover uma audiência pública para ouvir a população sobre os aumentos. As reclamações começaram em janeiro, quando houve relatos de contas com praticamente o dobro do que costumava vir em meses anteriores.

A concessionária afirma, desde então, que a elevação se deu em virtude do aumento da temperatura registrada no começo deste ano. Os parlamentares e o Procon não se convenceram da explicação e, por isso, solicitaram apoio da Aneel. O assunto também será discutido em uma audiência pública, prevista para 14 horas.

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Governo exonera ministro Gustavo Bebianno

Written by Terça, 19 Fevereiro 2019 08:51 Published in Notícias

O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, anunciou nesta segunda-feira (18) que o presidente Jair Bolsonaro decidiu demitir o ministro da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno (PSL).

Otávio Rêgo Barros leu uma nota da Presidência, na qual Bolsonaro agradeceu a "dedicação" de Bebianno durante a permanência no cargo de ministro. O presidente ainda desejou "sucesso" ao agora ex-ministro.

Primeiro ministro a deixar o governo, Bebianno despachava do Palácio do Planalto e foi um dos coordenadores da campanha presidencial de Jair Bolsonaro no ano passado.

A demissão do ministro é confirmada em meio a uma crise no governo gerada pela suspeita de que o PSL, partido ao qual Bolsonaro e Bebianno são filiados, usou candidatura "laranja" nas eleições do ano passado.

A crise também envolve Gustavo Bebianno e o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PSC), um dos filhos do presidente da República – leia detalhes mais abaixo.

Há pouco mais de uma semana, o jornal "Folha de S.Paulo" informou que o PSL, quando Bebianno presidia o partido, repassou R$ 400 mil a uma candidata a deputada federal de Pernambuco. Segundo o jornal, o repasse foi feito quatro dias antes das eleições, e ela recebeu 274 votos.

Bebianno nega irregularidades, afirmando que não foi o responsável por escolher as candidatas que receberam dinheiro do partido. Isso porque, segundo ele, a decisão coube aos diretórios locais.

De acordo com o ministro da Justiça, Sérgio Moro, a Polícia Federal investigará as suspeitas envolvendo o repasse do PSL.

Crise com filho de Bolsonaro

No último dia 12, após a reportagem da "Folha", Bebianno negou em entrevista ao jornal "O Globo" que fosse o pivô de uma crise dentro do governo e acrescentou que, somente naquele dia, havia falado com o presidente por três vezes. Na ocasião, Bolsonaro ainda estava internado em razão de uma cirurgia.

Após a publicação da entrevista, um dos filhos de Bolsonaro, Carlos, usou uma rede social para dizer que Bebianno mentiu ao dizer que havia falado com o presidente.

Carlos, e depois o próprio Bolsonaro, chegaram a divulgar um áudio no qual, segundo eles, o presidente diz a Bebianno que não podia falar com o então ministro.

Bebianno era considerado um dos homens de confiança de Bolsonaro. Ele foi um dos coordenadores da campanha eleitoral do presidente, costurou o acordo que levou Bolsonaro ao PSL e presidiu a legenda durante a corrida eleitoral de 2018.

Após a eleição, Bebianno deixou o posto e foi escolhido para assumir a Secretaria-Geral da Presidência, um dos ministérios com gabinete no Palácio do Planalto.

Espaço e influência

Bebianno e Carlos mantiveram relação conturbada desde a vitória eleitoral de Bolsonaro, em busca de espaço e influência dentro do governo. O filho do presidente costumava criticar o aliado do pai nas redes sociais.

Na composição dos ministérios, Bebianno perdeu força, já que a Secretaria-Geral foi esvaziada por Bolsonaro.

A pasta perdeu o controle da Secretaria de Comunicação da Presidência e do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), que lida com concessões e privatizações. As duas áreas foram absorvidas pela Secretaria de Governo, comandada por Carlos Alberto dos Santos Cruz, general da reserva do Exército.

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A operação Fantoche, que investiga corrupção envolvendo o Ministério do Turismo e o Sistema S, cumpre dois mandados de busca e apreensão em Campo Grande. Um dos alvos é a Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), no bairro Amambaí, onde há equipe da PF (Polícia Federal).

São dos “S” ligados à Fiems: Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial ) e Sesi (Serviço Social da Indústria). A reportagem entrou em contato com o presidente da federação, Sergio Longen, que pediu para retornar a chamada e logo desligou.

A ação é coordenada pela Polícia Federal de Pernambuco, com colaboração do TCU (Tribunal de Contas da União), e investiga organização criminosa que cometeu crime contra a administração pública, fraudes licitatórias, associação criminosa e lavagem de ativos.

O cálculo é que o grupo já tenha recebido mais de R$ 400 milhões decorrentes de contratos. Ao todo, são cumprindo 40 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão temporária. As prisões são em Pernambuco, Nova Lima (Minas Gerais), Maceió (Alagoas) e Campina Grande (Paraíba). A operação também acontece em São Paulo, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul.

Conforme o G1 de Pernambuco, foi preso o presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Robson Braga de Andrade.

O esquema – A engrenagem do esquema de corrupção está ativa desde 2002 e, conforme a investigação, tem empresas ligadas a um mesmo núcleo familiar, no setor de publicidade.

O modelo de ação consiste na utilização de entidades de direito privado sem fins lucrativos para justificar celebração de contratos e convênios diretos com o ministério e unidades do Sistema S

Os contratos, em sua maioria, são voltados à execução de eventos culturais e de publicidade superfaturados e/ou com inexecução parcial. Posteriormente, os recursos são desviados em favor do núcleo empresarial por intermédio de empresas de fachada.

As medidas foram determinadas pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Pernambuco, que ainda autorizou o sequestro e bloqueio de bens e valores dos investigados.

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Morre aos 68 anos Dino Rocha, o maior sanfoneiro do Brasil

Written by Segunda, 18 Fevereiro 2019 08:05 Published in Notícias

Internado há 27 dias no Hospital Regional de Campo Grande, por complicações do diabetes, o sanfoneiro autodidata Dino Rocha morreu na noite desse domingo (17). A família não dava muitos detalhes sobre o estado de saúde do músico e disse ao Campo Grande News há dias atrás que depois que o artista deixasse o hospital ele daria uma coletiva de imprensa.

De acordo com a ex-mulher Ruth Haruko Ishikawa, além do diabetes, Dino tinha problemas respiratórios e pressão alta. O acordeonista estava na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) e morreu às 19h de ontem.

Chorando muito ao telefone, Ruth disse apenas que o ex-marido partiu na hora dele. "Não sabemos a vontade de Deus, qual será o momento, a hora. Ele era muito querido, um grande músico, tinha um talento incrível".

A ex-mulher também fez breve relato sobre os últimos dias do músico. "Apareceu uma infecção no braço, estava inchado e vermelho, achamos que era uma picada de inseto e o levamos para o posto de saúde. Ele fez exames e ficou lá".

No dia seguinte, com os resultados dos testes, os médicos da unidade de saúde decidiram que ela precisava de vaga em hospital. Três dias depois, no dia 25 de janeiro, Dino teve uma parada cardiorrespiratória e foi levado para a ala vermelha do Hospital Regional, onde teve outra parada cardíaca.

Desde o dia 26, o artista estava entubado na UTI do hospital. A causa exata da morte ainda não foi esclarecida.

O velório começa ao meio-dia no cemitério Memorial Park, no bairro Universitário, e será aberto ao público. O sepultamento está marcado para às 9h desta terça-feira (19), no mesmo local.

Amigos - Pelas redes sociais, os compositores João Fígar e Guilherme Rondon fizeram homenagens. “Adeus querido amigo Dino Rocha. Voa como a gaivota pantaneira”, postou Fígar.

Rondon publicou: “Estou de luto, o Chalana de Prata está de luto, o chamamé está de luto, as sanfonas estão de luto, a nossa música está de luto, nosso Estado está de luto”.


O compositor chamou Dino de “gênio da música”. “Tenho maior orgulho de dizer que estivemos juntos nos palcos da vida nestes últimos 30 anos. Todas as honras serão poucas”.

Guilherme Rondon ainda prestou condolências à família. Dino deixa três filhos, dois netos e a ex-mulher, Ruth, que ficaram responsáveis pelos cuidados nos últimos dias do acordeonista, que chegou a ser aclamado como o maior do Brasil.

História - Dino Rocha nasceu no dia 23 de maio de 1951 em Juti (a 310 quilômetros de Campo Grande) e viveu a infância afastada da música, sem nunca ter tido aulas para aprender a instrumentos. Filho de mãe alemã e pai filho de gaúcho com argentina, Dino aprendeu as composições que ouvia em casa de ouvido e, além de instrumentista, era compositor era cantor.

A carreira começou cedo, quando aos 9 anos decidiu aprender a tocar acordeom. Aos 16 anos apresentou-se com seu primeiro grupo, “Los 5 Nativos”, de Ponta Porã. Em 1972, mudou-se para Campo Grande. Dois anos depois, gravou pela primeira vez no LP “Voltei amor”, da dupla Amambai e Amambaí. Quando chegou a Campo Grande, ainda usava o nome que consta na certidão de nascimento: Roaldo. O nome artístico foi dado pelo poeta Zacarias Mourão.


De acordo com a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, como compositor são mais de 50, entre as quais, “Gaivota pantaneira”, parceria com Mourão. Em 1991, recebeu o prêmio “Jacaré de Prata” como melhor instrumentista do Brasil. Atuou em três capítulos da novela “Pantanal”, da Rede Manchete ao lado de Almir Sater e Sérgio Reis, sucesso do começo dos anos de 1990, na extinta TV Manchete.

Dino viajou o País inteiro. Em 2000, foi convidado para participar do projeto “Balaio Brasil”, no Sesc de São Paulo apresentando-se ao lado de Dominguinhos, Caçulinha, Sivuca, Hermeto Pascoal e Toninho Ferragut. Também participou do projeto “Sanfona brasileira” pelo Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro, em São Paulo e Brasília. Apresentou-se no Sesc São Paulo em 2002 no projeto “Brasil da Sanfona”, quando representou a região Centro-Oeste.

O conjunto de obras de Dino Rocha é formado por mais de 30 discos (entre vinil e CDs). Ele também participou, como convidado, de vários trabalhos com outros artistas.

Em entrevista ao Lado B, em 2016, Dino contou que, mais novo de todos os dez irmãos, só descobriu o desejo de tocar sanfona no dia que um dos irmãos faleceu. Um acidente no quartel de Ponta Porã levou precocemente o sanfoneiro da família. O jeito foi homenagear quem partiu.

Nos últimos anos, fez parte da Chalana de Prata, na companhia de Paulo Simões, Guilherme Rondon e Celito Espíndola tocando grandes canções da história de Mato Grosso do Sul. Participou do FIB (Festival de Inverno de Bonito) em 2017 e de shows na Concha Acústica Helena Meireles, no Parque das Nações Indígenas.

 

*fonte: Campo Grande News

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WhatsApp vai deixar você decidir se quer ou não entrar em grupos

Written by Sexta, 15 Fevereiro 2019 08:37 Published in Notícias

O WhatsApp está em fase de testes de uma novidade que promete diminuir ainda mais, situações inconvenientes no aplicativo. Segundo o sete WABetaInfo, a empresa está desenvolvendo um recurso que vai permitir ao usuário bloquear convites para participar de grupos no aplicativo.

Na última semana outra novidade que agradou muita gente foi a possibilidade de bloquear o acesso ao aplicativo pela biometria e reconhecimento facial.

Ainda não há previsão de quando a nova função será liberada, mas as especulações são de que isso acontecerá em breve. Com a atualização, cada usuário vai poder decidir se quer ou não ser adicionado nas conversas em grupo.

Apesar de ainda não ter um prazo de lançamento definido o funcionamento da novidade já foi divulgado. O usuário terá de acessar as “Configurações” do Whats; em seguida clicar em “Conta”, “Privacidade” e “Grupos”.

Depois, abrirá uma página em que será possível definir “Quem pode me adicionar a grupos”. As opções são: “Todos” – o usuário pode ser sempre adicionado em grupos e nenhum convite será recebido.

“Meus Contatos” – o usuário sempre pode ser adicionado em grupos de seus contatos e recebe um convite para participar, caso a pessoa não esteja em sua lista de contatos.

“Ninguém” – o usuário não pode ser adicionado diretamente em grupos, em qualquer situação, e recebe uma solicitação toda vez que alguém quiser adicioná-lo em um grupo, conforme o blog do Hugo Gloss, no portal Uol.

Ainda segundo o WABetaInfo, os convites terão a duração de 72 horas para cada um decidir se quer ou não participar de determinado grupo.

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